Pular para o conteúdo

Artigo · Documentação do projeto

Pranchas ABNT: formatos de folha, carimbo e escalas no projeto de arquitetura

Equipe Croqui Atualizado em 13 min de leitura

Resposta curta

Uma prancha ABNT de arquitetura usa folha da série A, do A0 ao A4, com margem esquerda de 20 mm e 10 mm nas demais, legenda de 180 mm no canto inferior direito e dobra final em A4. As regras estão na ABNT NBR 16752:2020 e na NBR 6492:2021, que define o conteúdo mínimo do carimbo e as escalas usuais.

Este artigo faz parte do guia Documentação de projeto de arquitetura: o que entra em cada etapa, como organizar e como manter em dia .

Prancha ABNT é a folha de desenho do projeto montada no padrão da Associação Brasileira de Normas Técnicas: formato da série A, margens, quadro, carimbo no canto inferior direito, escala indicada e dobra final em A4. Parece detalhe, até a prefeitura devolver o processo porque a escala do carimbo não bate com a do desenho, ou a obra imprimir em A3 um PDF pensado para A1 e medir com escalímetro. Aqui estão as normas vigentes em 2026, as tabelas de formatos e escalas, o que vai no carimbo de arquitetura e os erros que fazem a folha voltar.

As pranchas são a parte desenhada da documentação de projeto de arquitetura. O texto que as acompanha é o memorial, assunto do post sobre como fazer memorial descritivo de arquitetura.

Quais normas da ABNT valem para prancha de arquitetura hoje?

Para a folha em si valem a ABNT NBR 16752:2020 (formatos, margens, legenda, dobramento e escalas) e a NBR 16861:2020 (linhas e escrita). Para o conteúdo da documentação de arquitetura vale a ABNT NBR 6492:2021. As antigas NBR 10068, 10582, 13142 e 8196 não estão mais em vigor.

Muita apostila e muito carimbo de escritório ainda citam as normas antigas, então vale conferir o que mudou:

Norma antigaSituaçãoO que usar hoje
NBR 10068:1987 (folha de desenho, leiaute e dimensões)Substituída em 01/2020NBR 16752:2020
NBR 10582:1988 (apresentação da folha para desenho técnico)Substituída em 01/2020NBR 16752:2020
NBR 13142 (dobramento de cópia)Cancelada sem substituição em 06/2017Dobramento está na NBR 16752:2020
NBR 8196 (emprego de escalas)Cancelada sem substituição em 08/2016Escalas estão na NBR 16752:2020
NBR 8402 e NBR 8403 (escrita e linhas)SubstituídasNBR 16861:2020
NBR 6492:1994 (representação de projetos de arquitetura)Substituída em 06/2021NBR 6492:2021

A situação de cada norma está no catálogo da Target, distribuidora das normas ABNT: a NBR 16752 aparece vigente, com a edição de 2020 confirmada em 2025; a lista do comitê de desenho técnico mostra a 10068 e a 10582 como substituídas; a NBR 13142 e a NBR 8196 constam como canceladas sem substituição. O resumo da professora Francine Rossi, da UFPR, registra que a NBR 16752 cancela e substitui as NBR 10068 e 10582 e que a NBR 16861 substitui as NBR 8402 e 8403.

A NBR 6492:2021 traz uma regra de transição: ela não se aplica a projetos protocolados para aprovação antes da sua publicação nem nos 180 dias seguintes. Para qualquer projeto novo, vale a versão de 2021.

Quais são os formatos de folha A0 a A4 e suas margens?

Os formatos da série A partem da A0, um retângulo de 841 x 1189 mm com área de 1 m². Cada formato seguinte é a metade do anterior. Pela NBR 16752:2020, todos têm margem esquerda de 20 mm, para furar e arquivar, e 10 mm nas outras três.

FormatoDimensões (mm)Margem esquerda (mm)Demais margens (mm)Linha do quadro (mm)Legenda (mm)
A0841 x 118920101,0180 de comprimento
A1594 x 84120101,0180 de comprimento
A2420 x 59420100,7180 de comprimento
A3297 x 42020100,7180 de comprimento
A4210 x 29720100,7180 de comprimento

Valores conforme a NBR 16752:2020, na tabela do resumo da UFPR. A legenda, que no escritório se chama de carimbo, fica dentro do quadro, no canto inferior direito, com altura variável.

A NBR 6492:2021 acrescenta duas regras para arquitetura: usar a série A com a A0 como formato máximo e a A4 como mínimo, “para evitar problemas de manuseio e arquivamento”, e dobrar as cópias até o A4.

Qual formato escolher para cada prancha?

Escolha o menor formato em que o desenho cabe na escala certa, com cotas, títulos e carimbo legíveis. A NBR 16752 orienta usar formatos menores sempre que a clareza do desenho permitir.

Faça a conta antes de abrir o leiaute. Uma casa térrea de 180 m² com projeção de 10 x 18 m, desenhada em 1:50, vira um desenho de 20 x 36 cm. Com cotas, chamadas e título, ocupa por volta de 26 x 42 cm. A área útil de uma A3 deitada, descontadas as margens, é de 390 x 277 mm: não cabe. Numa A2 (564 x 400 mm úteis) cabe, e sobra espaço acima do carimbo para notas e para um quadro de esquadrias. A mesma planta em 1:100 tem 10 x 18 cm e cabe numa A3 com folga.

Como dobrar a prancha no formato A4?

A cópia dobrada termina no formato A4, com a legenda inteira visível na face da frente. Pela NBR 16752:2020, as dobras verticais vêm primeiro, a partir do lado direito e da legenda, e depois as horizontais.

O passo a passo, para A0, A1 e A2:

  1. Faça as dobras verticais a partir do lado direito, começando pela coluna onde está a legenda.
  2. Faça as dobras horizontais até chegar à altura do A4.
  3. Dobre o canto superior esquerdo para trás. É o que permite furar a margem esquerda e prender a folha em pasta sem perder parte do desenho.
  4. Confira o resultado: aba de fixação à esquerda e carimbo totalmente visível, como pede também a NBR 6492:2021.

A A3 também termina em A4, sem a dobra do canto. Formatos maiores que a A0, ou fora do padrão, dobram de modo a terminar no A4, segundo o resumo da UFPR.

O que vai no carimbo de arquitetura?

O carimbo de arquitetura identifica a folha, o projeto e quem responde por ele. A NBR 6492:2021 define o conteúdo mínimo, a NBR 16752:2020 define posição e tamanho, e a legislação do CAU exige a identificação do responsável técnico.

Pela NBR 6492:2021 (item 4.5.1), o carimbo fica no canto inferior direito da folha, segue a largura do formato A4 e traz no mínimo:

  1. Identificação da empresa
  2. Identificação do cliente, nome do projeto ou empreendimento
  3. Título do desenho
  4. Indicação sequencial do projeto (número ou letras)
  5. Escala
  6. Local e data
  7. Autoria do desenho e do projeto
  8. Responsável(is) técnico(s)
  9. Indicação da revisão
  10. Local para chancela de aprovação, quando aplicável

Logo acima do carimbo, a mesma norma pede planta-chave, escala gráfica, numeração, descrição da revisão, convenções gráficas, notas gerais, desenhos de referência e legenda de símbolos. A NBR 16752 tem uma lista parecida para a legenda de qualquer desenho técnico e acrescenta o registro do responsável técnico no órgão de classe, quando aplicável.

Responsável técnico, CAU e RRT no carimbo

A Lei 12.378/2010, no art. 14, obriga o arquiteto e a sociedade de arquitetura a indicar em documentos dirigidos ao cliente, ao público e ao CAU o nome do autor, o número de registro no CAU e a atividade desenvolvida. A Resolução CAU/BR nº 75/2014 detalha: nome do responsável técnico, título profissional e número de registro no CAU, e atividade técnica, “em caracteres claramente legíveis”. Em documentos oficiais, a resolução pede também CPF do arquiteto e CNPJ da pessoa jurídica.

O número do RRT é obrigatório na placa de obra pela mesma resolução. Na prancha, não há exigência expressa do número, mas a resolução considera infração indicar responsabilidade em documento sem o RRT correspondente ou em desacordo com ele. Por isso muitos escritórios colocam o número do RRT no carimbo.

O carimbo da prefeitura

Para o projeto legal, o carimbo segue o modelo do município, que pode pedir campos que a norma não pede. Florianópolis é um exemplo: a Instrução Normativa SMHDU nº 2/2024 lista no selo o espaço reservado para o selo digital de aprovação, os logos da prefeitura e do escritório, endereço, inscrição imobiliária, uso da edificação, nome, assinatura e CPF ou CNPJ do proprietário, nome, assinatura e registro profissional do responsável técnico, descrição do conteúdo da prancha, número e data da última revisão, escala e numeração no formato “prancha 01/03”. Antes de protocolar, baixe o modelo da sua prefeitura; o caminho do processo está no guia de aprovação de projeto na prefeitura.

Quais escalas usar em cada desenho de arquitetura?

Use 1:50 ou 1:100 para plantas, cortes e fachadas, 1:500 ou 1:1000 para situação, e 1:20 a 1:1 para detalhes. Nenhuma norma da ABNT amarra uma escala a cada desenho: a NBR 6492:2021 lista as escalas usuais e a escolha depende do tamanho do objeto, da etapa e do que o contratante ou a prefeitura exigir.

As escalas usuais da NBR 6492:2021 são 1:1, 1:2, 1:5, 1:10, 1:20, 1:25, 1:50, 1:100, 1:200, 1:250, 1:500, 1:1000 e 1:2000. A NBR 16752:2020 parte de 1:2, 1:5 e 1:10 e dos seus múltiplos por 10, mais as escalas de ampliação 2:1, 5:1 e 10:1. As escalas 1:25 e 1:250, comuns em arquitetura, estão na lista da 6492.

DesenhoEscala usual em escritórioExemplo de exigência de contratante
Planta de localizaçãoSem padrão: depende do mapa base usadoVaria por município
Planta de situação1:500 ou 1:1000SUDECAP/PBH: 1:500
Planta de implantação1:200 ou 1:250SUDECAP/PBH: 1:250
Plantas de pavimento (estudo, legal)1:100Conforme o município
Plantas de pavimento (executivo)1:50Conforme o contrato
Planta de cobertura1:100 ou 1:50SUDECAP/PBH: 1:50
Cortes e fachadas1:100 ou 1:50SUDECAP/PBH: 1:50
Áreas molhadas e ampliações1:25 ou 1:20Conforme o contrato
Detalhes construtivos1:10, 1:5, 1:2 ou 1:1SUDECAP/PBH: 1:25 ou maior

A coluna “usual” é prática corrente de escritório, não requisito de norma. A coluna de exemplo vem do procedimento da SUDECAP, de Belo Horizonte, para projetos de edificações públicas contratados pelo município (8ª edição, 2017), que fixa essas escalas em folha A1 “ou a critério da supervisão”.

O motivo de o executivo ir para 1:50 é físico. Uma parede de 15 cm em 1:100 vira 1,5 mm no papel; em 1:50, 3 mm. Em 1:100 não sobra espaço para cotar revestimento, marcar shaft e indicar o nível do piso acabado sem sobrepor texto.

Como indicar a escala na prancha?

Escreva “ESCALA 1:50” ou “ESC 1:50”, como pede a NBR 16752. A escala geral vai no carimbo; se a folha tiver desenhos em escalas diferentes, cada um leva a sua escala junto do título, e o carimbo indica a escala geral. Inclua sempre a escala gráfica, que a NBR 6492 lista entre os itens próximos do carimbo. É ela que salva a medição quando alguém imprime o PDF em outro formato.

Como representar o desenho na prancha?

O anexo A da NBR 6492:2021 orienta a representação: fonte sem serifa, alturas de texto padronizadas, plano de corte da planta a 1,50 m, eixos numerados e esquadrias codificadas. Linhas e escrita em geral seguem a NBR 16861:2020.

A tabela de alturas de texto do anexo é a que mais ajuda a padronizar o escritório:

Altura (mm)Corpo (pt)Uso
7,028Título da prancha
5,020Título do desenho
3,514Nome dos ambientes, eixos, indicação de acesso
2,510Cotas, informações gerais, cotas de nível, numeração em símbolos de corte e detalhe
1,87,5Numeração de espelhos e textos sem espaço para 2,5 mm

Outras orientações do mesmo anexo que valem copiar no template:

  • Texto preferencialmente em caixa alta, sem itálico, com fonte sem serifa e traço uniforme.
  • Plano de corte das plantas recomendado a 1,50 m de altura, com exceções informadas.
  • Norte: verdadeiro (N); o magnético (NM) só na fase de estudo preliminar.
  • Eixos: números (1, 2, 3) nos transversais e letras (A, B, C) nos longitudinais.
  • Esquadrias: portas P1, P2, P3 e janelas J1, J2, J3, especificadas em quadro.
  • Desenhos numerados de 1 a n em cada prancha, sem exceção.
  • Acabamentos especificados na prancha ou no memorial; o quadro de áreas pode ir na prancha ou no memorial.

Tipos e pesos de linha, alturas de texto, cotas, níveis e símbolos estão no guia de simbologia de planta baixa.

Como organizar o jogo de pranchas?

Organize as pranchas na ordem em que alguém lê o projeto: do terreno para o edifício, do geral para o detalhe. Numere cada folha com o total do jogo, mantenha uma lista de pranchas com a revisão de cada uma e use o mesmo código de revisão em todas as folhas emitidas juntas.

Uma sequência comum num projeto residencial: situação e implantação, plantas de pavimento, cobertura, cortes, fachadas, ampliações de áreas molhadas, detalhes e quadros. A NBR 6492:2021 define a lista de pranchas e documentos como a “relação sequencial dos documentos gráficos e dos seus documentos complementares” e a pede no anteprojeto e no executivo. O que entra em cada etapa está no post sobre etapas do projeto de arquitetura.

O trabalho pesado não é desenhar a primeira versão do jogo, é refazer as folhas a cada revisão: reposicionar viewport, atualizar carimbo, conferir se o corte AA ainda passa onde passava. O Croqui é um software online para escritórios de arquitetura e interiores que transforma o modelo IFC ou DWG no pacote documental do projeto: quadros, quadro de áreas, memorial descritivo, pranchas ABNT e pré-checagem de conformidade, que se refazem a cada revisão do modelo. As pranchas ABNT com o carimbo do escritório saem do modelo (plantas por pavimento, cobertura, cortes, fachadas, localização, situação e implantação), e quando o modelo muda a revisão mostra o que mudou antes de você reemitir. Quem confere e assina continua sendo o arquiteto.

Quais erros fazem a prancha voltar?

Os erros que mais devolvem prancha são de coerência, não de desenho: escala do carimbo diferente da do desenho, revisão desatualizada, responsável técnico sem registro e carimbo fora do modelo da prefeitura.

  1. Escala errada no carimbo. O desenho foi reduzido para caber e o carimbo continua dizendo 1:50.
  2. PDF sem escala gráfica. A folha é impressa em outro formato e ninguém consegue medir.
  3. Revisões misturadas. Metade do jogo em R02, metade em R03, com o mesmo carimbo.
  4. Carimbo escondido na dobra. A folha foi dobrada a partir do lado errado.
  5. Responsável técnico incompleto. Falta título profissional, número do CAU ou a atividade.
  6. Modelo de selo errado. O escritório usou o próprio carimbo onde a prefeitura exige o dela, sem espaço para a chancela de aprovação.
  7. Norma antiga no carimbo. “Conforme NBR 10068” denuncia template de antes de 2020.
  8. Áreas divergentes. A área da prancha não bate com a do quadro de áreas nem com a do memorial.

Checklist da prancha antes de emitir

  • Formato da série A, entre A0 e A4
  • Margem esquerda de 20 mm e demais de 10 mm
  • Carimbo no canto inferior direito, com 180 mm de largura
  • Empresa, cliente, projeto, título do desenho e número da folha
  • Escala geral no carimbo e escala junto de cada desenho, com escala gráfica
  • Local, data, autor, revisão e descrição da revisão
  • Responsável técnico com nome, título, CAU e atividade
  • Modelo de selo da prefeitura, quando for projeto legal
  • Norte, eixos, chamadas de corte e detalhe numeradas
  • Esquadrias com código P/J e quadro correspondente
  • Mesma revisão em todas as folhas emitidas juntas
  • Dobra final em A4 com o carimbo visível

Perguntas frequentes

Qual norma substituiu a NBR 10068?

A ABNT NBR 16752:2020, Desenho técnico: requisitos para apresentação em folhas de desenho, substituiu a NBR 10068:1987 e a NBR 10582:1988 em janeiro de 2020. Ela reúne formatos de folha, margens, legenda, espaço para informações complementares, dobramento de cópias e emprego de escalas. A NBR 13142, de dobramento, e a NBR 8196, de escalas, já tinham sido canceladas sem substituição em 2017 e 2016. Para arquitetura, a NBR 6492:2021 complementa a 16752.

Qual o tamanho da folha A1 em milímetros?

A folha A1 mede 594 x 841 mm. Ela é metade da A0, que mede 841 x 1189 mm e tem área de 1 m². Pela NBR 16752:2020, a A1 tem margem esquerda de 20 mm, para furar e arquivar, e 10 mm nas outras três. A legenda fica no canto inferior direito, com 180 mm de comprimento. Descontadas as margens, sobra uma área de desenho de 811 x 574 mm.

O que é obrigatório no carimbo de arquitetura?

A NBR 6492:2021 pede, no mínimo: identificação da empresa, do cliente e do projeto, título do desenho, numeração sequencial, escala, local e data, autoria do desenho e do projeto, responsável técnico, indicação da revisão e espaço para chancela de aprovação quando houver. Pela Resolução CAU/BR nº 75/2014, o documento também indica nome, título profissional, registro no CAU e atividade técnica do responsável. A prefeitura pode exigir campos próprios.

Qual a escala da planta de situação?

Nenhuma norma da ABNT amarra uma escala à planta de situação. A NBR 6492:2021 lista as escalas usuais de 1:1 a 1:2000, e a escolha depende do tamanho do lote e da quadra. Na prática, a situação costuma sair em 1:500 ou 1:1000, e há contratantes que fixam 1:500, como o padrão da SUDECAP de Belo Horizonte para edificações públicas. Para aprovação, vale o que o município pedir.

Como dobrar uma folha A1 para o formato A4?

Pela NBR 16752:2020, a cópia dobrada termina no formato A4 com a legenda visível. Comece pelas dobras verticais, a partir do lado direito e da legenda, e depois faça as dobras horizontais. Nos formatos A0, A1 e A2, o canto superior esquerdo é dobrado para trás, para a folha poder ser furada pela margem esquerda e presa em pasta sem esconder o carimbo.

Fontes

  1. 01ABNT NBR 16752:2020 - Desenho técnico: requisitos para apresentação em folhas de desenho (Target Normas)
  2. 02Normas do comitê ABNT/CEE-237 Desenho técnico, vigentes e substituídas (Target Normas)
  3. 03ABNT NBR 13142 - Desenho técnico: dobramento de cópia, cancelada sem substituição (Target Normas)
  4. 04ABNT NBR 8196 - Desenho técnico: emprego de escalas, cancelada sem substituição (Target Normas)
  5. 05ABNT NBR 6492:2021 - Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos: Requisitos (Target Normas)
  6. 06ROSSI, Francine Aidie. Resumo das normas técnicas da ABNT de desenho técnico e representação de projetos de arquitetura. UFPR, 2021
  7. 07Lei nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010 - Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo (Planalto)
  8. 08Resolução CAU/BR nº 75, de 10 de abril de 2014 - Indicação da responsabilidade técnica
  9. 09Florianópolis - Instrução Normativa SMHDU/GAB/GAF nº 2, de 24/07/2024 - Padronização e apresentação de projetos arquitetônicos (LegisWeb)
  10. 10Prefeitura de Belo Horizonte, SUDECAP - Procedimento para elaboração e apresentação de projetos de edificações, 8ª edição, 2017

Continue no tema

Seu próximo pacote começa no modelo que você já tem.

Entre no beta e abra o projeto de exemplo ainda hoje. Sem instalar nada.